Brasil Envia Delegação para Avaliar Drones de Ataque Bayraktar

jul 4, 2024

Brasil Envia Delegação para Avaliar Drones de Ataque Bayraktar

Brasil Envia Delegação para Avaliar Drones de Ataque Bayraktar

Delegação Brasileira Avalia Drones Bayraktar em Visita à Turquia

Em uma missão de extrema importância para o futuro da defesa nacional, uma delegação composta por três oficiais do Exército Brasileiro aterrissou em Ankara, na Turquia, no mês de junho, com o objetivo de avaliar em detalhes os avançados Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas (SARP). A visita faz parte da ordem do Comando do Exército Nº 314/2024, que estabelece a necessidade de se analisar e testar novas tecnologias em prol da segurança e da defesa do Brasil. O interesse específico recai sobre os drones Bayraktar TB2, modelos que têm demonstrado capacidades excepcionais em diversos conflitos ao redor do mundo.

Características Técnicas dos Drones Bayraktar TB2

Os drones Bayraktar TB2 não são apenas mais uma adição ao arsenal de defesa aérea; eles representam uma revolução tecnológica. Com uma autonomia de voo impressionante de até 27 horas e uma velocidade máxima de 220 km/h, esses drones possuem capacidades que os destacam em cenários de guerra modernos. Eles podem carregar uma carga de até 150 kg, que pode variar entre câmeras de vigilância de alta definição, bombas guiadas, mísseis e foguetes, tornando-os extremamente versáteis em missões diversas.

Com uma envergadura de 12 metros e um motor a gasolina de 100 hp, o Bayraktar TB2 possui um peso máximo de decolagem de 700 kg. Estas características o tornaram uma opção atraente para vários exércitos ao redor do mundo, que buscam modernizar e otimizar suas capacidades de defesa.

Sucesso Global e Demanda Crescente

A capacidade e eficiência do Bayraktar TB2 não passaram despercebidas no cenário internacional. Até agora, países como Catar, Etiópia, Quirguistão, Somália, Turcomenistão e Marrocos já adotaram esses drones em suas forças armadas. Após o notável desempenho dos drones no conflito ucraniano, a demanda pelo Bayraktar TB2 explodiu, com 19 novos países, incluindo Romênia, Polônia e Emirados Árabes Unidos, realizando pedidos.

A Baykar, empresa visionária liderada pelos irmãos Haluk e Selçuk Bayraktar, continua a inovar e expandir seu portfólio de drones. Além do TB2, a empresa está desenvolvendo o Kizilelma, um drone de combate furtivo capaz de carregar até 1,5 toneladas e com potencial de voar a mach 1. Há também uma versão naval planejada com uma rampa de ski-jump. O modelo Akıncı, já disponível para venda, possui uma envergadura de 20 metros, 24 horas de autonomia e pode atingir uma velocidade de cruzeiro de 150 nós. Este modelo pode ser equipado com sensores ópticos, pods de guerra eletrônica, radar AESA e antenas de controle por satélite.

Implicações para a Defesa Brasileira

A possível aquisição dos drones Bayraktar TB2 representa um avanço significativo para a defesa do Brasil. A adaptação de tais equipamentos pode oferecer uma resposta rápida e eficaz às ameaças, melhorando substancialmente as capacidades de vigilância e ataques estratégicos do Exército Brasileiro.

Além disso, a inserção destes drones no arsenal brasileiro pode incitar novas parcerias e colaborações em tecnologia de defesa com a Turquia e outros países que já utilizam o Bayraktar TB2. Os avanços tecnológicos nas áreas de autonomia de voo, capacidade de carga e eficácia em combate fazem destes drones uma opção estratégica, capaz de atender às necessidades operacionais das forças armadas brasileiras.

Conclusão

Conclusão

A visita da delegação brasileira à Turquia e a avaliação dos drones Bayraktar TB2 marcam um passo importante para a modernização e fortalecimento das capacidades de defesa nacional. Com a crescente demanda e o sucesso comprovado em diversos cenários, a incorporação desses drones representa uma estratégia avançada para aprimorar a segurança e a eficiência das operações militares do Brasil.

20 Comentários

Bruno Góes
Bruno Góes
julho 6, 2024

Esses drones são bem interessantes, mas será que o Brasil realmente precisa deles? Temos tantos problemas internos que precisam de investimento...

E se esses drones caírem nas mãos erradas depois?

Paula Toledo
Paula Toledo
julho 8, 2024

Se o Exército tá avaliando, então tá na hora de parar de gastar com festas militares e investir em tecnologia real.

TB2 já provou que é eficiente, não adianta ficar sonhando com tanques de 1980.

E se alguém vier com essa de 'soberania nacional', lembra que a gente já comprou caça sueco e francês antes. Não tem problema comprar de quem faz bem feito.

Moshe Litenatsky
Moshe Litenatsky
julho 9, 2024

Aqui vai o clássico: tecnologia não resolve conflitos, apenas os torna mais eficientes.

O que o Brasil precisa não é de drones, mas de uma filosofia de defesa que não seja baseada em armas importadas.

Será que não podemos construir algo nosso, algo que represente nossa identidade, e não apenas copiar o que a Turquia fez?

Camarão Brasílis
Camarão Brasílis
julho 10, 2024

ok

Anderson da silva
Anderson da silva
julho 11, 2024

Vcs nao tem noçao do que ta acontecendo. O TB2 e um produto da OTAN disfarçado de tecnologia turca.

Os EUA ja controlam 70% das cadeias de suprimento da Baykar.

E alem disso, o sistema de controle e via satelite americano.

Nao acreditem que e so 'tecnologia turca'.

Isso e uma armadilha geopolitica disfarçada de modernizacao.

E ainda tem gente que acha que e progresso.

Se o Brasil quiser de verdade ser independente, tem que desenvolver seu proprio sistema de controle, nao comprar o que vem com backdoor.

marcio pachola
marcio pachola
julho 12, 2024

q isso de bayraktar, se o brasil tivesse um bom programa de defesa nacional, nao tava precisando ir na turquia comprar.

e ainda por cima, o governo gasta 5 bilhoes com petroleo e nada com ciencia.

tudo errado

Laís Alves
Laís Alves
julho 13, 2024

Então vamos comprar um drone que já virou meme no TikTok e achar que é o futuro da guerra?

TB2 é o iPhone 5 da defesa aérea: útil, barato, mas já tá na versão 7 da concorrência.

Kizilelma? Akıncı? Isso sim é que vale a pena olhar.

Mas não vamos achar que um drone de 700kg vai resolver a nossa segurança nacional.

Rogerio Costa da silva
Rogerio Costa da silva
julho 14, 2024

Pessoal, escutem aqui: o Brasil precisa de tecnologia de defesa porque o mundo tá mudando rápido demais, e se a gente não se atualizar, vamos continuar sendo o país que só sabe reclamar quando o vizinho faz algo melhor.

O Bayraktar TB2 é só o começo.

Imagina se a gente conseguisse desenvolver uma versão brasileira com inteligência artificial local, com sensores feitos aqui, com pilotos treinados no nosso solo?

Isso não é só comprar, é construir um futuro.

E não é só sobre guerra, é sobre soberania, é sobre mostrar que o Brasil pode ser referência, não só importador.

Vamos parar de ficar com medo da tecnologia e começar a dominá-la.

Se a Turquia consegue, por que a gente não?

A gente tem talento, tem universidades, tem engenheiros.

Só falta coragem e vontade política.

Então, vamos em frente.

Não podemos deixar a próxima geração herdar um exército de 1970.

Gustavo Domingues
Gustavo Domingues
julho 14, 2024

Essa é a entrada do imperialismo ocidental na defesa brasileira.

Turquia é só um braço dos EUA.

TB2? É um drone com GPS americano, software ocidental, e logística controlada por corporações que não se importam com o Brasil.

E vocês acham que isso é independência?

Quando o sistema falhar, quem vai ser culpado?

Nós.

Porque não investimos em soberania tecnológica.

Porque preferimos comprar barato e depois chorar quando a tecnologia nos trai.

E o pior: não temos nem controle sobre os dados coletados.

Esses drones vão espionar o próprio povo brasileiro.

E vocês ainda vão aplaudir?

Bruna Bom
Bruna Bom
julho 15, 2024

A avaliação técnica é necessária. Mas o orçamento precisa ser transparente.

Marlos Henrique
Marlos Henrique
julho 16, 2024

Pessoal, se o Brasil não comprar esses drones, vai ficar pra trás.

E se alguém vier com essa de 'soberania', lembra que a gente nem tem um avião de caça próprio, né?

E ainda tem gente que acha que o Embraer vai salvar o mundo com um jatinho de patrulha.

😒

O mundo tá evoluindo, e a gente ainda tá discutindo se o drone é bom ou ruim.

Se a Turquia tá fazendo e tá funcionando, porque a gente não faz?

Não é comprar, é evoluir.

E se alguém acha que é traição, que vá ver o que o Chile fez com os drones israelenses.

Não tem problema comprar de quem faz bem feito.

Só não pode ser burro e achar que é só por causa da bandeira.

Lilian Silva
Lilian Silva
julho 17, 2024

Eu acho que esse momento é uma chance real de mudar o jogo.

Não é só sobre comprar drones, é sobre criar uma cultura de inovação na defesa.

E se a gente começar com o TB2, talvez a gente consiga, com o tempo, desenvolver algo nosso.

Acho que não tem problema aprender com quem já fez.

O Brasil tem uma das maiores bases de engenharia da América Latina.

E se a gente juntar isso com o conhecimento da Turquia, podemos criar algo único.

Não precisamos reinventar a roda, mas podemos melhorar o pneu.

E isso é o que importa.

A gente não precisa ser o primeiro, mas pode ser o melhor.

E isso começa com a coragem de aprender, de investir, de não ter medo de tentar.

Breno Pires
Breno Pires
julho 18, 2024

Se o governo tá comprando drone turco, então tá tudo perdido.

Isso é o começo da ocupação.

Eles vão colocar sensores em todos os estados.

E depois vão dizer que é 'segurança pública'.

Já vi isso antes.

Em 2014, foi o sistema de câmeras.

Em 2020, foi o facial recognition.

Agora é drone.

Amanhã é chip no sangue.

😈

Duda Carlini
Duda Carlini
julho 20, 2024

Olha, eu acho que é um passo importante.

Se o Exército tá avaliando, é porque precisa.

E se o TB2 já foi testado em guerra real, então tá mais do que provado.

A gente não pode ficar esperando o pior acontecer para agir.

Vamos apoiar a modernização, com transparência e controle.

É só isso.

Camilla araujo
Camilla araujo
julho 21, 2024

Ouvi dizer que o TB2 é só um drone que caiu 3 vezes no mesmo dia e ainda assim virou viral.

Será que o Exército tá confiando em meme?

Jurandir Rezende
Jurandir Rezende
julho 21, 2024

A tecnologia não é moral.

A política é.

Se o Brasil quer segurança, compre.

Se quer soberania, desenvolva.

Não confunda compra com progresso.

Sabino Hampshire
Sabino Hampshire
julho 23, 2024

Vocês sabem que isso é mais do que um drone?

É uma ponte cultural.

A Turquia é um país que saiu do oriente médio e se tornou uma potência tecnológica sem perder sua identidade.

E o Brasil?

Nós temos uma riqueza imensa de diversidade, mas não sabemos como transformar isso em inovação.

Talvez, ao aprender com eles, a gente também aprenda a valorizar o que temos.

Porque, no fim, não é só sobre armas.

É sobre como construímos um futuro que nos represente.

E isso, meus amigos, é uma jornada.

E não um simples contrato de compra.

Ana Karoline Lopes de Lima
Ana Karoline Lopes de Lima
julho 24, 2024

E se isso for um golpe de inteligência?

E se a Turquia tá vendendo drones obsoletos pro Brasil pra esconder os novos deles?

E se os dados de voo forem enviados pra um servidor na Alemanha?

E se o governo tá sendo enganado?

E se...

...tudo isso for uma armadilha?

Flávia Ramalho
Flávia Ramalho
julho 25, 2024

Se o Exército tá avaliando, é porque precisa.

O TB2 é barato, confiável e já foi testado em combate real.

O Brasil tem 8.500 km de fronteira.

Nenhum exército no mundo consegue vigiar tudo com pessoal.

Drones são a única solução viável.

E se a gente quiser desenvolver algo próprio no futuro, primeiro precisa entender como funciona.

Não tem jeito.

Comprar não é fraqueza.

Ignorar é que é perigoso.

Paula Toledo
Paula Toledo
julho 27, 2024

E se alguém acha que o Brasil não pode fazer isso sozinho, lembra que a China comprou drones russos e depois fez o seu próprio.

Não tem problema aprender.

O problema é achar que comprar é o fim do caminho.

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