Em uma noite que já entrou para os anais da história do futebol, Preston North End e Fulham protagonizaram uma das mais incríveis disputas de pênaltis já vistas. O embate ocorreu na terceira rodada da Copa da Liga Inglesa, em um estádio Deepdale iluminado, não apenas pelos holofotes, mas pelo desempenho eletrizante das duas equipes.
A partida começou promissora para o Preston North End, que conseguiu abrir o placar ainda no primeiro tempo. Ryan Ledson, com um chute preciso, balançou a rede aos 35 minutos, dando esperanças à torcida presente. O Fulham, por sua vez, mostrou resiliência e não tardou a responder. Aos 40 minutos, Reiss Nelson igualou o marcador, colocando sua equipe de volta no jogo.
O segundo tempo foi um verdadeiro espetáculo de resistência defensiva e ataques perdidos, com ambas as equipes cansadas mas determinadas a fazer a diferença. O relógio correu e o apito final veio com o placar ainda empatado, forçando a decisão a ser tomada nos pênaltis. O que se seguiu foi uma das mais longas e emocionantes disputas de pênaltis na história recente do futebol, com um total impressionante de 34 cobranças.
Na primeira série de oito pênaltis para cada lado, nenhum jogador falhou, e todos os chutes foram convertidos com precisão. Os goleiros Freddie Woodman, do Preston North End, e Steven Benda, do Fulham, demonstraram nervos de aço, mas os seus esforços não foram suficientes para evitar que o placar continuasse crescendo. Somente na nona rodada ocorreu a primeira falha, com ambos os goleiros conseguindo importantes defesas que levantaram a moral de qualquer um que assistisse.
A partir desse momento, a pressão sobre os batedores subsequentemente aumentou, com cada tiro carregando o peso de toda a partida. Ronda após ronda, a pontaria afiada dos jogadores e o auge da concentração dos goleiros mantiveram a disputa equilibrada e emocionante, até chegar à decisiva 16ª rodada. Timothy Castagne, jogador do Fulham, não conseguiu converter sua penalidade, abrindo uma oportunidade de ouro para o Preston North End. Ryan Ledson, herói da partida, não deixou a chance passar e garantiu a classificação de sua equipe ao bater o goleiro adversário com um tiro preciso.
Com o placar final de 16-15 a favor do Preston North End, a temperatura no estádio subiu ao máximo enquanto os jogadores celebravam essa vitória memorável. A partida não só representou um marco na carreira dos atletas envolvidos, mas também um lembrete do quão emocionante e imprevisível o futebol pode ser. Para os jogadores e torcedores de Preston North End, esse triunfo será lembrado por muitos anos.
Episódios como este servem para iluminar o charme e a paixão envolvida no esporte rei. A partida mostrou a resistência, habilidade e nervos imponentes que caracterizam o futebol de alto nível. Cada pênalti foi um microcosmo de tensão e técnica, com jogadores tentando superar não apenas o goleiro, mas também os próprios nervos.
A vitória colocou o Preston North End em uma posição invejável na Copa da Liga Inglesa, mostrando que a equipe tem potencial para realizar grandes feitos. Para o Fulham, a derrota acachapante traz lições que certamente serão utilizadas para fortalecer o time nas disputas futuras.
Essa partida épica ficará marcada como uma das disputas de pênaltis mais longas e emocionantes de todos os tempos, um verdadeiro documento de como uma partida pode captar o espírito esportivo e manter os espectadores na ponta da cadeira até o último segundo.
13 Comentários
Sabino Hampshire
Essa partida foi um fenômeno, sério... 34 pênaltis? Isso não é futebol, é uma ópera de nervos, de suor, de alma... Cada cobrança parecia um poema escrito com os pés, cada goleiro um filósofo tentando decifrar o destino em meio ao silêncio do estádio... O Preston, com sua humildade de time do norte da Inglaterra, e o Fulham, com toda a sua elegância londrina, se encontraram nesse limbo entre o caos e a perfeição... Não vi nada igual desde os tempos de Zidane e a final da Copa do Mundo... Mas isso aqui? Isso aqui é outro nível... A cada cobrança, eu sentia meu coração bater mais forte, como se eu estivesse lá, no Deepdale, com o vento frio cortando o rosto... A vitória do Preston não foi sorte, foi sacrifício... E o gol de Ledson? Foi como se o tempo parasse... A gente não esquece isso... nunca...
Isso aqui é o que o futebol deveria ser: pura emoção, sem máscaras, sem redes sociais, só o jogo...
Eu chorei. Sério.
Quem disse que o futebol perdeu a alma?
Ana Karoline Lopes de Lima
Alguém acha que isso foi tudo real? Tipo... 34 pênaltis? Sério? Acho que a FIFA mandou filmar isso pra um filme da Netflix... ou talvez o Fulham tenha sido envenenado com alguma droga que faz o corpo não conseguir errar... Eu juro que vi um vídeo no TikTok dizendo que o goleiro do Preston tá na lista da CIA... E o técnico do Fulham? Ele é o irmão gêmeo do diretor da UEFA... Tudo conspiração...
Eu não confio em nada mais depois disso...
Flávia Ramalho
Essa foi a maior disputa de pênaltis da história da Copa da Liga Inglesa, e isso é um recorde oficial. A FIFA já reconheceu. Os jogadores que cobraram todos os 34 pênaltis não erraram até o 16º, o que exige uma concentração mental incrível. O goleiro do Preston, Freddie Woodman, fez duas defesas cruciais, e o mesmo vale para Benda, do Fulham. A pressão psicológica nesse tipo de situação é enorme - estudos mostram que a taxa de acerto cai drasticamente após a 10ª cobrança. Mas aqui, foi diferente. Os jogadores mantiveram a calma, e isso é raro. O Preston venceu por 16-15, e o gol decisivo foi marcado por Ryan Ledson, que já tinha aberto o placar no tempo normal. Isso é história. E não é lenda. É fato. E o mais incrível? Ninguém foi expulso. Nenhum cartão. Só técnica, coragem e foco. Parabéns a ambos os times.
janderson praia
BRASIL NÃO TEM NADA DISSO! 🇧🇷😭
Enquanto aqui a gente tem árbitro que marca pênalti em chute na perna, na Inglaterra eles fazem uma batalha épica de 34 pênaltis e ainda assim o jogo é justo! 😤
Quem é o brasileiro que ainda diz que nosso futebol é o melhor do mundo? 😂
Essa é a verdadeira paixão! Nós só sabemos reclamar, chamar de ladrão, pedir VAR e depois perder no penalti de 3 segundos... 🤬
Se o Preston jogasse no Maracanã, já tinha acabado no 12º pênalti com o estádio em chamas e o juiz fugindo de helicóptero! 🚁🔥
carlos soares
É curioso como, em meio a tanta tecnologia e análise estatística, o futebol ainda se resolve com um simples chute a 11 metros...
Essa partida me lembra que, por mais que tentemos racionalizar tudo - os dados, os algoritmos, os treinos de psicologia -, o esporte ainda vive no território da incerteza humana...
Os jogadores não estavam apenas batendo pênaltis... estavam confrontando seus medos, suas memórias, suas identidades...
Timothy Castagne errou? Talvez ele tenha pensado no filho que nasceu na semana passada...
Ryan Ledson acertou? Talvez ele tenha visto o pai, que o levava aos jogos quando criança, sorriu de longe...
Não foi só técnica. Foi alma. E isso não entra em nenhum gráfico. Não é medido em metros por segundo. Não é analisado por IA.
É por isso que ainda amamos esse jogo.
Lucas Augusto
Embora a narrativa apresentada seja emocionalmente sedutora, é necessário ressaltar que a probabilidade estatística de 34 pênaltis consecutivos sem falhas, seguidas por uma única falha na 16ª rodada, é inferior a 0,000000003%. Isso implica, ou houve manipulação intencional dos dados, ou o relato é altamente romantizado - talvez até fictício.
Além disso, o fato de que ambos os goleiros tenham feito defesas em rodadas consecutivas, sem qualquer erro técnico anterior, contraria os padrões observados em mais de 80 anos de registros da FIFA.
Em termos epistemológicos, essa narrativa serve como um exemplo clássico de 'verdade poética' - uma construção narrativa que, embora não factual, opera como um mito moderno para a construção de identidade coletiva.
Portanto, embora a história seja encantadora, sua veracidade é, no mínimo, duvidosa.
Tainara Black
34 pênaltis? Sério? Acho que o Fulham só perdeu porque o Preston tinha mais coragem... ou talvez só porque o árbitro era inglês e o Fulham é de Londres, então... já era.
Eu acho que isso foi tudo montado pra viralizar.
Quem acredita nisso?
jean wilker
Essa partida me fez lembrar do jogo da minha infância, quando eu e meus amigos jogávamos no pátio da escola e ninguém queria bater o pênalti final...
Todo mundo ficava com medo... mas alguém sempre tinha que fazer.
Esses caras aqui? Eles bateram 34. Trinta e quatro vezes. Sem desistir.
Isso é mais que esporte. É coragem.
Parabéns, Preston. E também ao Fulham. Vocês não perderam. Vocês deram um presente para o futebol.
Eliane Lima
Se você está se sentindo desmotivado hoje, lembre-se: 34 pênaltis. 34 chances de desistir. E ninguém desistiu.
Cada cobrança é um novo começo. Cada erro, uma lição. Cada acerto, uma vitória sobre o medo.
Essa partida não foi só sobre gols. Foi sobre persistência.
Se você está passando por um momento difícil, lembre-se: você pode não acertar na primeira, na décima, nem na décima quinta... mas se continuar tentando, o próximo pode ser o que muda tudo.
Parabéns a todos os jogadores. Vocês são inspiração.
adriana serena de araujo
Essa partida mostra que o futebol é mais do que clubes, mais do que dinheiro, mais do que mídia... é sobre pessoas. Homens e mulheres que, em um campo, decidem enfrentar o medo juntos.
É bonito ver como, mesmo em uma competição tão competitiva, os jogadores se respeitaram. Nenhum gesto agressivo. Nenhuma reclamação. Só silêncio, respiração, e o som da bola sendo batida.
Isso é o que o mundo precisa ver mais vezes.
Parabéns, Preston. Parabéns, Fulham. Vocês não só jogaram. Vocês ensinaram.
Plinio Plis
34 pênaltis. É isso. Fim.
Paula Toledo
Eu não acredito que alguém ainda duvida do poder do futebol...
Isso aqui é o que eu amo. O que me faz chorar. O que me faz acreditar que, mesmo no mundo mais caótico, ainda existe espaço para coragem, para paciência, para honra.
Quem disse que o esporte não cura? Ele cura. Ele une. Ele transforma.
Essa partida não foi só uma vitória. Foi um abraço coletivo.
Gratidão.
Moshe Litenatsky
Se 34 pênaltis foram cobrados, e apenas um foi errado, então a probabilidade de acerto foi de 97,06%...
Isso é mais alto do que a taxa de acerto de um jogador de basquete nos lances livres da NBA...
Então... será que isso não é uma crítica ao sistema? Se os jogadores estão tão perfeitos, será que o futebol não está se tornando uma simulação? Um jogo de dados, não de alma?
Se a perfeição é possível, então o que resta da emoção?
...ou será que a emoção está justamente na impossibilidade de repetir isso?
Eu não sei. Mas isso me deixa com uma sensação estranha...
Como se algo tivesse sido perdido... mesmo na vitória.