Warriors tropeçam sem Curry: ataque perde força e defesa sofre diante do Timberwolves
O Golden State Warriors, acostumado a fazer barulho nos playoffs, ficou calado no segundo jogo contra o Minnesota Timberwolves. Sem o Stephen Curry em quadra por conta de uma lesão no tornozelo, a equipe sofreu demais e viu o adversário atropelar por 117 a 93 em Minneapolis. Foi a primeira vez desde 2018 que os Warriors perderam um jogo de playoffs sem a presença do maior arremessador da franquia.
Os problemas começaram logo nos primeiros minutos: sem seu principal armador, o ataque dos Warriors ficou travado, principalmente nas bolas de três. O time converteu só 9 dos 32 arremessos de longa distância, uma diferença gritante se comparado ao desempenho dos Timberwolves, que caiu em quadra totalmente diferente do jogo anterior e acertou 16 de 37. Isso se traduziu em 21 pontos a mais através das bolas de três — em um jogo sem muito equilíbrio, esse detalhe acabou pesando e inflando o placar para os donos da casa.
Anthony Edwards assusta, mas retorna e Randle domina; Warriors buscam reações individuais
Talvez o momento mais tenso da noite tenha sido quando Anthony Edwards levou a torcida ao silêncio após sofrer uma pancada forte e sair mancando—parecia o fim da linha para o jovem astro. Só que ele voltou como se nada tivesse acontecido: anotou 20 pontos, pegou 9 rebotes, serviu 5 assistências e ainda roubou três bolas, tudo isso com um saldo positivo de 21 pontos enquanto esteve em quadra. O fôlego de Edwards deu o empurrão que os Timberwolves precisavam para garantir a vitória confortável.
Outro destaque do Minnesota foi Julius Randle, mostranto entrosamento de veterano: liderou o time nos pontos (24) e fez impressionantes 11 assistências, um recorde pessoal nos playoffs. O banco também respondeu, especialmente Nickeil Alexander-Walker, anotando 20 pontos importantes e segurando o ritmo quando os titulares descansavam.
Do outro lado, a tentativa de reação do Warriors veio do banco: Jonathan Kuminga viveu uma noite inspirada, atingindo sua melhor marca nos playoffs com 18 pontos em 26 minutos. Trayce Jackson-Davis não perdeu nenhum arremesso, completando dunks inflamados e chegando aos 15 pontos, mostrando a energia de quem quer cavar espaço na rotação. Do lado dos titulares, Jimmy Butler tentou chamar a responsabilidade, anotando 17 pontos e sendo o principal destaque durante a ausência de Curry. Draymond Green, porém, sofreu mais uma vez com problemas — ficou em quadra por quase 30 minutos, marcou somente 9 pontos e ainda cometeu nova falta técnica.
Com o empate por 1 a 1 na série, a pressão agora muda para Oakland. Os Warriors precisam encontrar uma fórmula sem Curry: faltam jogadas de infiltração, precisão do perímetro e aquele fator de imprevisibilidade que o camisa 30 costuma entregar quando o time mais precisa. Restam dúvidas sobre o retorno de Curry para a sequência, o que pode mexer totalmente com os rumos do confronto.
O próximo capítulo desse duelo promete emoção. Warriors e Timberwolves seguem disputando cada posse no limite, mas, se o time de Golden State quiser avançar, terá que ajustar muito — principalmente sem o rosto de sua franquia à disposição.
19 Comentários
Thiago Mesadri
Sem Curry o ataque vira um filme de terror. 9/32 de três? Isso é crime contra a geometria. O time tá perdido sem o playmaker que cria espaço até com olhar.
Edwards tá no nível de MJ nos playoffs, e Randle jogando como um point forward de 2,08? O Minnesota tá em modo Deus.
Warriors precisam de um milagre ou de um plano B que não seja 'esperar Curry voltar'.
Zuleika Brito
Eu chorei quando o Edwards caiu... mas quando ele voltou? 😭🔥 Toda essa energia, toda essa coragem... isso aqui é basquete, não é jogo. É alma em quadra.
Se o Warriors não se unir agora, vão perder mais do que um jogo - vão perder a alma da equipe.
Rudson Martinho
A análise apresentada é superficial e carece de rigor estatístico. A eficiência ofensiva dos Warriors caiu 22,7% na ausência de Curry, conforme dados da NBA Advanced Stats. A falta de estrutura tática é evidente, mas o autor ignora o impacto do sistema de defesa por zona adotado por Minnesota, que neutraliza a transição.
Ademais, a menção a Kuminga como 'inspirado' é imprecisa: sua eficiência de campo foi de 58,3%, abaixo da média de seus últimos cinco jogos. Não se trata de brilho, mas de volume.
Paulo Lima
Tá difícil, mas não é o fim. O basquete é assim, às vezes o time precisa sofrer pra aprender.
Se o Curry não volta, talvez seja hora de confiar no Kuminga e no Jackson-Davis. Eles já estão mostrando que têm fogo.
Calma, torcida. Ainda tem jogo 3.
Jéssica Magalhães
Curry sumiu e o time desmoronou. Fim.
Gilbert Burgos
A narrativa sensacionalista sobre Edwards é ridícula. Um garoto de 22 anos faz 20 pontos e já é considerado o novo Jordan? O basquete moderno virou reality show.
Warriors são um time de nostalgia. Não têm estrutura, só legado. E legado não vence playoffs.
Ariana Jornalistariana
Você não entende o que está acontecendo. Isso não é só uma lesão. É o fim de uma era. Curry é o último rei de um império que já se desfez. O basquete mudou. E os Warriors? Eles estão presos no passado, como um disco riscado que ainda tenta tocar.
É triste. Mas é a verdade.
carlos eduardo
Ah, claro. O Curry é o único que faz algo. Então o resto da equipe é só enfeite? Kuminga fez 18, Randle fez 24+11 assistências, Edwards tá jogando como um demônio com tênis.
Se o time inteiro tá esperando um herói, não é o time que tá errado - é a mentalidade.
Eber Santos
Pessoal, calma. O basquete é jogo de equipe, não de um cara só. Se o Curry não volta, é hora de abraçar o novo. Kuminga tá pronto. Jackson-Davis tá cheio de energia. O Green precisa parar de tentar ser o líder e começar a ser o facilitador.
Se a equipe se unir, ainda dá pra virar isso. Acreditem.
Clarissa Ramos
É como se o time tivesse perdido o sol e tivesse tentado iluminar com velas. O Curry era a luz que fazia tudo parecer possível.
Mas agora? Agora tá escuro... e o pessoal tá tentando brilhar com as próprias mãos. É bonito. É dolorido. Mas é real.
ROGERIO ROCHA
É imperativo destacar que a ausência de Stephen Curry representa uma perda quantificável de 28,5 pontos por jogo em média ofensiva, conforme análise de regressão multivariada da NBA. A estrutura tática do Golden State depende de um sistema de movimento baseado em sua capacidade de criar espaços. Sem ele, o ataque se torna linear e previsível.
Recomendo a adoção de um sistema de pick-and-roll com Kuminga como principal ball-handler, com apoio de Jackson-Davis como roll man. Ainda há esperança.
Adilson Brolezi
Vale lembrar que o basquete não é só sobre estatísticas ou nomes famosos. É sobre coragem, conexão, vontade.
Se o time se lembrar disso, ainda tem chance. Kuminga, Jackson-Davis, até o Green... todos têm algo pra dar. Só precisa acreditar.
Reinaldo Ramos
Essa história de 'Curry é tudo' é pura fraqueza. O Brasil tem times que jogam sem astro e vencem. O Warriors é um time de ricos que esqueceu que basquete é luta. Se não tiverem coragem, vão cair. Ponto.
Marcelo Serrano
Eu tô no jogo, mano. Tô vendo tudo. O Edwards tá com fome. O Randle tá com cabeça. E o Kuminga? Ele tá com o olho do leão.
Se o Curry não volta, o time tem que se transformar. Não é o fim. É só o começo de outra história.
Steven Watanabe
Curry ausente = derrota. Ponto final.
Tainara Souza
Lembra quando eu era criança e minha avó dizia que a gente não desiste só porque um de nós caiu? O basquete é assim. É família. O Curry tá fora, mas o time ainda tá aqui. E eles vão se levantar. Eu acredito.
Samuel Oka
Você não entende o basquete moderno. Curry é um jogador de 2015. O jogo evoluiu. O verdadeiro líder hoje é o jogador que cria para os outros - e Randle está fazendo isso. Edwards é o futuro. O Warriors ainda está no passado. E isso é trágico.
Rodrigo Lor
Isso é uma vergonha. O Golden State é um time de merda sem Curry. Tudo que eles tinham era o nome. O resto é lixo. Green é um fiasco, Butler é um falso líder, e o banco? Um monte de garotos tentando fingir que sabem jogar.
Se não tiverem coragem de admitir que estão acabados, vão perder em casa e virar piada.
Washington Cabral
O basquete é uma língua. E Curry falava a língua perfeita. Agora o time está tentando falar com gestos. Talvez não precise de um novo herói. Talvez precise de uma nova maneira de falar.